quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Hoje tem filme sobre o universo do futebol no Cine Mercúrio

Em parceria com VI Encontro de Educação Física da UFVJM, o Projeto Cine Mercúrio exibirá hoje (14/11)  o filme “Boleiros, era uma vez o futebol”.

A sesão começa às 19 horas com ENTRADA FRANCA.
Num típico bar paulistano, com fotos de jogadores espalhadas pelas paredes, um grupo de homens tem algo em comum: todos são boleiros, profissionais e ex-profissionais do futebol. Eles costumam se reunir ali para falar sobre jogos, atletas, times e juízes. Dessas conversas surgem lembranças de fatos e personagens insólitos do futebol, num clima de nostalgia debochada. Os episódios são tão familiares e, relatados com tanta habilidade, que acabamos nos convencendo de que todas as pessoas realmente têm uma hostória que vale a pena conhecer, só precisam aprender a contá-la.
O fimel é imperdível para os autênticos amantes do futebol e  um deleite até para aqueles que não estão habituados com este universo.  Veja no vídeo abaixo um trecho de uma das cenas mais hilárias do filme.

Fonte: Passadiço Virtual - Diamantina - Minas Gerais



Municípios sem fôlego


Faltando poucos meses para os novos prefeitos tomarem posse, as dívidas já tiram o sono de vários deles. 43,6% dos prefeitos atuais deixarão contas a pagar sem recursos em caixa para seu sucessor. A principal causa teria sido o piso dos professores e aumento do salário mínimo.
Os governistas teriam uma leve vantagem. Grande parte dos municípios que mais elevaram seu PIB no último período será governado por partidos da base aliada do governo federal.




















terça-feira, 13 de novembro de 2012

Banda Filarmônica da comunidade quilombola de Santo Isidoro de Berilo apresentou-se pela Semana UEMG


“Canta teu povo a tua aldeia e serás universal”
Comunidade Quilombola de Santo Isidoro se apresenta na Praça Santa Tereza




Construir formas educacionais diferenciadas, promover o encontro e o diálogo entre culturas são alguns dilemas encontrados por educadores. Cada povo tem sua característica própria que lhe distingue no meio de tantos outros. Preservar a identidade e interagir com outras comunidades na sociedade contemporânea é uma maneira de integrar processos de formação.

A Comunidade Quilombola de Santo Isidoro, município de Berilo/MG, cidade localizada no Vale do Jequitinhonha, é um exemplo de como alguns costumes foram preservados ao longo do tempo e que essa preservação cultural não é apenas na escola, mas na família e em toda a comunidade.

A Comunidade não foi fundada por desbravadores, colonizadores ou por meio de doações de terras. Ao contrário, inicialmente, o local foi o lugar de proteção que os escravos buscavam para fugir das péssimas condições de trabalho às quais eram submetidos. Posteriormente, em meados de 1951, o professor Adão Teixeira e alguns amigos decidiram por fazer o seu local de moradia às margens do Córrego do Povo.

Em 2005, a Fundação Palmares reconheceu o local como um espaço remanescente de quilombos, por possuir características e alguns monumentos, que resistiram à ação do tempo e comprovam a origem. “Para todos da Comunidade é um motivo de muito orgulho saber de nossas origens, do nosso passado. Acredito que isso representou um avanço para nosso povo”, diz o morador de Santo Isidoro, Marcelo Martins dos Santos.

“Em nossa Comunidade, tudo é de forma conjunta. A educação de lá é formada por uma força muito grande desde os ensinamentos dos pais. Depois, quando chegam à escola, nós trabalhamos os valores de nossas origens e buscamos preservar as nossas raízes. Mas, tudo isso é completado com a integração que todos têm dentro de nossa sociedade”, relata a professora da Escola Estadual Santo Isidoro, Maria Helena de Oliveira e Souza.

Na Comunidade, a Banda Filarmônica de Santo Isidoro é uma proposta de atividade em conjunto com a escola. “A Banda é quando eles praticam aquilo que foi ensinado na escola, em termos de valores, e a escola é onde eles aplicam o que aprendem na Banda, em termos de disciplina, do companheirismo e do comportamento”, destaca a professora Maria Helena.

“É preciso tocar o coração do aluno e ajudá-los a escolher onde querem chegar com a música”, revela o Maestro Idelfonso Alves dos Reis, que atende alunos a partir dos 13 anos de idade e os acompanha até o término do ensino médio.

Em Belo Horizonte, a Banda entrou em contato com a Orquestra Jovem de Violões, da Escola Estadual Governador Milton Campos (Estadual Central) e com o Grupo de Flauta Doce, da Escola de Música da UEMG.

Tolstói disse certa vez “canta teu povo a tua aldeia e serás universal”. A Comunidade de Santo Isidoro cantou as próprias origens, as próprias raízes com lirismo e com diálogo, sem enfrentamentos ou radicalismos.

O encontro dessa diversidade cultural que existe no estado de Minas Gerais proporcionou uma integração entre a Universidade, por meio dos pilares do ensino, da pesquisa e da extensão, da Escola Básica e das comunidades. Cada qual trazendo consigo suas peculiaridades e o desejo de troca de vivências.

O que ficou de experiência, além da proposta de se pensar novas formas educacionais, é que é necessário olhar para trás preservar e resgatar a história para que se possa ter um futuro. 

Por Nélio Barbosa
Agência INOVA – UEMG Frutal
SEMANA UEMG

BERILO-MG: BANDA DE MÚSICA DE COMUNIDADE QUILOMBOLA DO VALE SE APRESENTA EM BH


Orquestra composta por jovens quilombolas do Vale do Jequitinhonha foi descoberta durante trabalho de pesquisa de professores da UEMG e UFMG.
A Orquestra Filarmônica de Santo Isidoro, localizada em uma comunidade remanescente de quilombolas, se apresentou pela primeira vez em Belo Horizonte. Foi uma surpresa musical que marcou a tarde desta quinta-feira (08.11) para o público da Cidade Administrativa.

Foto: Bárbara Camargo / ACS SEE
O conjunto musical é formado por jovens do município de Berilo, no Médio Jequitinhonha, povoado de mil habitantes, localizada no Vale do Jequitinhonha.
Segundo a diretora da Escola Estadual da Vila Santo Isidoro, Maria de Jesus Cassiano Rodrigues, a Liinha, esta é a única entidade que a comunidade realmente frequenta. “Lá atendemos 239 jovens e muitos atravessam três rios para ter acesso à escola. No passado, o povoado era conhecido como Povoado do Córrego Lagoa do Povo, porque tropeiros paravam ali para comer e descansar nas margens dos rios”, explica.
O percussionista e um dos diretores da orquestra, Marcelo Martins, contou que a filarmônica começou seus trabalhos em 1993. Mas foi somente com a chegada de um maestro de Francisco Badaró, Sr. Martinho, cidade vizinha, apoiado pela Prefeitura Municipal, e a acolhida da escola que o trabalhou deslanchou.
“A orquestra começou na sede, mas tomou consistência na escola, quando 60 pessoas passaram a participar dos ensaios feitos por voluntários. O atual maestro, o Idelfonso Alves foi aluno da escola, e desde 2000 está à frente da filarmônica, que não cobra pelas apresentações. E ganhar espaços como a Cidade Administrativa nos dá satisfação, representa muito. E tudo isso nos dá novas perspectivas para continuar. É um apoio de que precisamos”, contou Marcelo Martins.
Descoberta por acaso
A apresentação foi uma iniciativa promovida por professores e pesquisadores da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) e Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que pesquisam a educação em comunidades quilombolas. Segundo José Eustáquio Brito, os músicos foram descobertos durante um trabalho de pesquisa de campo, que está em sua fase inicial e que vai percorrer nove municípios mineiros, todos apontados pelo Ministério da Educação (MEC).
“É uma alegria dar a oportunidade para estas expressões culturais fazerem intercâmbio, mostrarem o que sabem fazer de melhor. Mostramos também, com estas iniciativas, a presença da escola pública na juventude mineira e também o compromisso da universidade com estes movimentos de resistência e luta”, contou o professor.
Na Cidade Administrativa, o público foi composto por servidores e também por transeuntes como um grupo de doutorandos e mestrandos de universidades da Angola, que estão em intercâmbio no Brasil. Ao passar pelo local, Francisco Macongo, diretor da Universidade 11 de Novembro, do país africano, mostrou-se entusiasmado com a apresentação.
“Sentimo-nos muito próximos da cultura brasileira no aspecto dança, música e culinária. Desmitificamos as impressões que tínhamos de que estas comunidades eram compostas por pessoas vulneráveis e isoladas”, contou.

Via Blog do Banu

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Sebrae-MG e Governo juntos pelo esporte mineiro


cadeia_produtiva_esporteO esporte em Minas Gerais será o foco do evento que o Sebrae-MG e o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude (SEEJ), promovem no próximo dia 09 de novembro, sexta-feira, em Belo Horizonte. O objetivo  deste encontro é apresentar os projetos esportivos e paradesportivos do Programa Fomento à Cadeia Produtiva do Esporte em Minas aos empresários, profissionais, executivos e dirigentes esportivos.

A programação incluirá, pela manhã, a palestra “Empreendedorismo e Marketing Esportivo”, com o especialista Marcelo Dória, presidente da Brunoro Sport Business, diretor do Núcleo de Estudos em Negócios do Esporte (ESPM), consultor da Confederação Brasileira de Basquete e responsável pelo trabalho de reestruturação que resultou no retorno, após 16 anos, da seleção brasileira de basquete aos Jogos Olímpicos. No período da tarde serão realizadas apresentações da SEEJ, do Ministério dos Esportes, de cases e uma Rodada de Negócios.

Serviço

Rodada de Negócios – Projetos esportivos
Data: 09 de novembro/12 (sexta-feira)
Horário: a partir das 9h
Local: Royal Center Hotel
Rua Rio Grande do Sul, 856, Lourdes, BH

Programação

9h30: Palestra Empreendedorismo e Marketing Esportivo, com Marcelo Dória
13h30: Apresentações da SEEJ, Ministério dos Esportes, case
15h30: Rodada de Negócios
* Observação: o evento é direcionado ao público-alvo:  empresários, profissionais, executivos e dirigentes esportivos.
Fonte: notícias do Governo de Minas Gerais.

Teatro Musica e Poesia


SEXTA-FEIRA, 9 DE NOVEMBRO DE 2012

“Mostra Pelos Vales” traz teatro, música e poesia para Diamantina

Fonte: passadiço virtual- diamantina