segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Conheça os pratos do III Festival de Gastronomia e Cultura Diamantina Gourmet


Música: "Espanhola"
ENTRADA: “Rubro”: Pimentões recheados com carne moída e ervas frescas, gratinados com Queijo Minas e Provolone artesanal.
PRATO PRINCIPAL: “Ao Cair da Noite”: Codorna na mexerica, farofa de alho na manteiga Diamante, purê de batatas assado.
SOBREMESA: “Menina dos Olhos”: Pêra ao Vinho, mousse de baunilha e cachaça artesanal.
Telefone: (38) 3531-1561
Endereço completo: Av. Sílvio Felício dos Santos, 1050 - Bairro Bom Jesus – Diamantina – MG.
fonte: blog do jequi

sábado, 3 de novembro de 2012

Entenda a Teoria de Respostas ao Item (TRI), utilizada no Enem



 



 
Entenda a Teoria de Respostas ao Item (TRI), utilizada no Enem
Camila Akemi Karino
Dalton Francisco de Andrade

Usualmente, quando desejamos medir a proficiência de um aluno em determinada área do conhecimento, fazemos uso do escore (número de acertos) do aluno em um teste com um determinado número de itens (questões). Esta forma de avaliação, conhecida como a Teoria Clássica dos Testes (TCT), apresenta limitações quando se pretende comparar desempenhos de alunos submetidos a provas diferentes.
Isso ocorre devido a dependência que existe entre a avaliação das características do teste e a amostra de respondentes. O índice de discriminação (grau com que o item diferencia pessoas com níveis distintos de proficiências) e a dificuldade do item depende fundamentalmente do grupo de respondentes, ou seja, o item discrimina mais ou menos, ou é mais ou menos difícil de acordo com o grupo de respondentes. Um grupo de pessoas com menos proficiência submetido a um teste fácil pode obter como resultado um mesmo escore que um grupo de indivíduos de maior proficiência submetidos a um teste difícil. A comparação dos percentuais de acerto indicará que os grupos possuem a mesma proficiência, sendo que na verdade os grupos possuem proficiências diferentes. Para contornar estas dificuldades e também para permitir uma medida mais apropriada da proficiência do aluno, foi desenvolvida a TRI, cujo foco principal é o item e não o teste como um todo. Dentro do contexto da TRI, as características dos itens e dos testes são estimadas independentemente das proficiências dos alunos.

Para exemplificar, suponha que desejemos medir a altura de uma pessoa, em metros, por meio de um questionário utilizando a TRI. Uma pergunta (item) que poderia ser feita é “Você consegue guardar sua bagagem de mão no avião sem pedir ajuda?”. Uma pessoa que responda “sim” a este item deve ter, no mínimo, 1,65 m. Esta seria então a “altura” do item. Um outro item: “Você acha que se daria bem em um time de basquete?”. A altura deste item seria algo em torno de 1,90 m. Ao final de um conjunto de perguntas como esta, seria possível saber, com uma certa precisão, a altura do respondente. Não existe um único conjunto de itens capazes de medir a altura. É possível obter a altura de maneira isonômica a partir de provas diferentes, ou seja, a partir de um conjunto diferente de questões. Itens de mesma “altura” serão respondidos de maneira igual por pessoas de mesma altura. O mesmo ocorre com o Enem que, ao invés de medir altura, mede proficiência.
A decisão de implementar no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) a Teoria de Resposta ao Item (TRI) teve duas finalidades principais: (1) permitir a comparabilidade dos resultados entre os anos e (2) permitir a aplicação do Exame várias vezes ao ano. O uso da TRI em avaliações educacionais teve início no Brasil com o Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) em 1995 e, posteriormente, foi implementado também no ENCCEJA, Prova Brasil e ENEM. No âmbito internacional, a TRI vem sendo utilizada largamente por diversos países: Estados Unidos, França, Holanda, Coreia do Sul, China, sem falar nos países participantes do PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes).
Um dos grandes exemplos de avaliação utilizando a TRI é o exame de proficiência em língua inglesa (TOEFL). Este exame surgiu em 1964 e é amplamente utilizado em todo o mundo. Desde o ano de sua origem, este exame já avaliou mais de 25 milhões de alunos e tem sido administrado por mais de 4.500 centros em 165 países do mundo. No TOEFL, os alunos marcam o horário em um dos centros credenciados e podem realizá-lo várias vezes ao ano. A prova é adaptativa, realizada no computador, e cada candidato responde a um conjunto de itens (questões) diferentes. Apesar de em cada aplicação o candidato receber uma prova distinta, todos os resultados são comparáveis e considerados isonômicos. Outro exame bastante importante e mais semelhante ao ENEM é o SAT (Scholastic Aptitude Test ou Scholastic Assessment Test). Este é um exame educacional padronizado dos Estados Unidos, aplicado a estudantes do Ensino Médio, que serve de critério para admissão nas universidades norte-americanas. O exame é aplicado sete vezes ao ano, em outubro, novembro, dezembro, janeiro, março (ou abril), maio e junho. Novamente, apesar de aplicações realizadas em momentos distintos e com provas diferentes, a existência de uma escala padrão possibilita a comparabilidade de desempenhos.
O modelo utilizado no ENEM é o modelo logístico de três parâmetros que além dos parâmetros de discriminação e de dificuldade, também faz uso de um parâmetro para controlar o acerto casual O parâmetro de dificuldade representa a proficiência mínima que um respondente deve possuir para que sua probabilidade de acerto seja alta, ou seja, a “proficiência do item”. O parâmetro de discriminação deve ser um valor mínimo de modo a garantir que respondentes com proficiências diferentes tenham probabilidades diferentes de acerto.
A elaboração de uma boa prova exige o conhecimento dos parâmetros dos itens. Isto é conseguido através de pré-testagens de itens em amostras apropriadas de alunos nas quais estimamos os parâmetros dos itens em uma mesma escala de proficiência. Deste modo, posicionamos os itens em uma escala de acordo com o nível de proficiência que eles exigem.
O conjunto desses itens passa a formar um banco de itens na escala de proficiência desejada e a partir dele podemos construir um ou mais testes, de acordo com as necessidades. O importante é que as proficiências dos alunos submetidos a esses diferentes testes são medidas na mesma escala e, portanto, comparáveis entre si. Da mesma forma, as medidas de proficiência de um aluno submetido a dois testes construídos com itens desse banco serão iguais.
Por último, vale a pena ressaltar que em avaliações onde o acerto casual é possível, caso do ENEM, a medida de proficiência da TRI leva em conta não só o número de acertos, mas também o padrão de respostas do aluno. Em outras palavras, dois alunos com o mesmo escore podem receber da TRI diferentes valores de proficiência. Receberá maior proficiência aquele aluno que apresentar respostas aos itens de forma mais coerente com o construto que está sendo medido

ENEM e a prova de História


Li reclamações de alunos a respeito dos longos enunciados. Acredito ser uma ousadia das mais benéficas sobre o ensino médio. Veja que a lógica das redes sociais é de grande objetividade, opiniões pouco fundamentadas (quase sempre de fundo emocional) e textos curtos. Alunos de universidade (primeiro ano) apresentam grande dificuldade de interpretação de textos. Assim, textos longos e que exigem cotejar um enunciado com outro são salutares para quebrar o "atalho" didático dos cursinhos preparatórios. Veja o caso da questão 13 (veja ilustração, disponibilizada pelo curso Objetivo), sobre violência. Incorpora uma nota de matéria da IstoÉ e um breve texto de Norbert Elias. Elias não é muito lido nem nas universidades (como deveria ser). E o texto deste autor não rema contra a maré do ideário dos jovens. O texto fala de controle social das pulsões, o que não é ideia comum entre jovens. Enfim, a dificuldade me parece muito positiva. Vamos ver o índice de TRI das questões para compreender melhor este impacto.
De certa maneira, o ENEM deste ano parece retomar alguns princípios de quando foi criado (como transdisciplinaridade e situações-problema, e não por área).

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

BRASIL TEM UM POLICIAL ASSASSINADO A CADA 32 HORAS

 



Um policial é assassinado a cada 32 horas no país, revela levantamento feito pela Folha nas secretarias estaduais de Segurança Pública.

De acordo com esses dados oficiais, ao menos 229 policiais civis e militares foram mortos neste ano no Brasil, sendo que a maioria deles, 183 (79%), estava de folga.

O número pode ser ainda maior, uma vez que Rio de Janeiro e Distrito Federal não discriminam as causas das mortes de policiais fora do horário de expediente. O Maranhão não enviou dados.

São Paulo acumula quase a metade das ocorrências, com 98 policiais mortos, sendo 88 PMs. E só 5 deles estavam trabalhando. O Estado concentra 31% do efetivo de policiais civis e militares do país, mas responde por 43% das mortes desses profissionais em 2012.

Pará e Bahia aparecem empatados em segundo, cada um com 16 policiais mortos.

Para Camila Dias, do Núcleo de Estudos da Violência da USP, o número é elevado. "Apenas para comparação, no ano de 2010 foram assassinados 56 policiais nos EUA."

Segundo ela, a função desempenhada pelos policiais está relacionada ao alto número de mortes, mas em São Paulo há uma ação orquestrada de grupos criminosos, que leva ao confronto direto com a Polícia Militar.

Os PMs foram as principais vítimas, no Brasil e em São Paulo: 201, ante 28 civis.


VULNERÁVEL

Para a pesquisadora da USP, a maioria dos policiais é morta durante a folga porque está mais vulnerável e a identificação dos atiradores é difícil.

Guaracy Mingardi, ex-subsecretário nacional de Segurança Pública, diz que os dados revelam uma "caça" a policiais.

Segundo ele, trata-se de um fenômeno recente, concentrado principalmente em São Paulo numa "guerra não declarada" entre PMs e chefes da facção criminosa PCC.

Cabe à polícia, diz Mingardi, identificar os mandantes e a motivação dos crimes para evitar uma matança após a morte de um policial.

Muitos dos policiais morrem em atividades paralelas à da corporação, no chamado bico. "A minha responsabilidade é com o policial em serviço", diz o o secretário de Defesa Social (responsável pela segurança pública) de Pernambuco, Wilsom Sales Damásio, onde morreram 14 policiais neste ano.

Em vários Estados, os policiais reclamam de falta de assistência. "Já houve o caso de um policial ameaçado que foi viver na própria associação até achar uma nova casa", afirma Flavio de Oliveira, presidente da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar do Espírito Santo.

Fonte: Folha de São Paulo

sábado, 27 de outubro de 2012

PROJETO DO VALE DO JEQUITINHONHA É UM DOS VENCEDORES DO PRÊMIO RODRIGO MELO FRANCO

 

 
Iniciativa que registra tradição do pífano e da gaita venceu na categoria Salvaguarda de Bens de Natureza Material.


O projeto Flautas Tradicionais do Vale do Jequitinhonha, desenvolvido por Daniel de Lima Magalhães, no Norte de Minas, foi um dos vencedores da etapa nacional da 25ª Edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, na categoria Salvaguarda de Bens de Natureza Imaterial. A premiação aconteceu nesta quarta (24/10) em Brasília. A iniciativa vem há 12 anos pesquisando, registrando e divulgando as tradições musicais ligadas a dois tipos de flautas – o pífano e a gaita – no Vale do Jequitinhonha. O pífano é uma flauta transversal de seis furos que, em Minas, desde o século XVIII, está vinculada ao congado. A gaita –ou canudo – possui sete furos e é tocada na posição vertical. É diferente do pífano na embocadura.

As primeira pesquisas sobre o pífano e a gaita começaram com o registro e divulgação das tradições musicais. Até então, não havia estudos sobre estes instrumentos, em Minas Gerais e, em todo o país, poucos trabalhos acadêmicos trataram apenas do pífano nordestino. A partir de 2006, Daniel Magalhães partiu para o campo, percorrendo cerca de 30 mil quilômetros em visitas a 26 municípios. O resultado são 100 horas de gravações de performances musicais e entrevistas e seis mil fotografias. As 25 oficinas oferecidas em 18 municípios do Vale do Jequitinhonha, atenderam a 700 participantes e produziram 1,1 mil flautas, entre pífanos e gaitas, utilizando PVC, bambu e taquara.

As dificuldades foram muitas. Em algumas comunidades só havia o telefone público, o que exigia contar com a boa vontade de quem atendia para levar o recado aos tocadores que, às vezes, precisavam percorrer grandes distâncias para atender a chamada. Em outros lugares, não havia nem mesmo o orelhão. O jeito, então, era enfrentar as estradas. Alguns locais eram tão remotos que só se chegava a pé. Por outro lado, as estradas muito ruins quebravam os carros e aumentava o custo da pesquisa. Com as chuvas, os caminhos eram ainda piores em função dos atoleiros.

Conheça os agraciados nas demais categorias.

Fonte: Ministério da Cultura


Fonte: Blog do Jequi

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Forte chuva de granizo causa danos na zona rural de Capelinha


 
Uma forte chuva de granizo que caiu na tarde desta sexta-feira, dia 19.10/2012, na Zona Rural de Capelinha, no Alto Jequitinhonha, nordeste de Minas, nas comunidades do Soares, Invernada, Poço D’anta, assustou pequenos, médios e grandes produtores rurais.


A camada de gelo atingiu 50 centímetros de altura em algum locais. Plantações, casas e animais foram atingidos.


A Secretaria Municipal de Agricultura de Capelinha está fazendo um balanço dos danos.

A chuva começou por volta das 3 horas da tarde com vento forte e teve cerca de 15 minutos de duração.

Fonte: Capelinha.Net

ASFALTO DA BR-367: EMPRESAS ENTRAM COM RECURSOS ADMINISTRATIVOS CONTRA RESULTADO DAS PROPOSTAS TÉCNICAS APRESENTADAS

 

Recursos adiarão ainda mais o andamento da licitação que escolherá a(s) empresa(s) que irá elaborar estudo de implantação de asfalto na BR-367.

As empresas CONSEGV Planejamento e Obras, o ConsórcioAlta/ECP/Pavisolos, Astec Engenharia Ltda e o Consórcio Projel/Urbaniza/ECRentraram contra recurso contra o Relatório de Avaliação das Propostas Técnicas que avaliou as melhores propostas e empresas especializada para elaboração de Estudos, Projetos Básico e Executivo de Engenharia para Implantação e Pavimentação de Segmentos da Rodovia BR-367/MG, subdividido em 02 (dois) lotes.

Para acessar os recursos, clique abaixo:







Blog do Jequi